Timidamente iniciadas no 10º ano, as experiências também têm passado de ano. Chegámos ao 12º!
sexta-feira, 25 de março de 2011
Para saber mais sobre o Acordo Ortográfico
terça-feira, 15 de março de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
(N)O caminho do Acordo Ortográfico - Etapa IV
Hoje... sim. Vamos começar a divulgação das alterações introduzidas pelo Acordo Ortográfico.
Enquanto os mestres se preparam um bocadinho mais antes de iniciarem as suas 'postagens', para se ter uma ideia geral das mudanças, aqui deixamos o Guia Rápido do Expresso/Visão, publicado aqui, já vai para mais de um ano.
Elsa Duarte e Maria José Ivo - Professoras de Português do 10º Ano
Crédito: Agradecimentos a Diogo Moura, pela ajuda na publicação da infografia.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Para não dizerem que não gostam de poesia
A propósito de António Gedeão, poeta, ou Rómulo de Carvalho, professor de Físico-Química, de quem hoje falámos na aula do 10º B.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
(N)O caminho do Acordo Ortográfico - Etapa III
Unidade na Diversidade
Com o tema em epígrafe terminamos a série de "perguntas frequentes" sobre o Acordo Ortográfico. Esperamos ter dissipado algumas dúvidas de carácter geral.
O acordo ortográfico implica que Portugal, o Brasil e os PALOP passem a adotar a mesma norma linguística?
Não. O que se unifica é apenas a ortografia. Os aspetos que distinguem as normas linguísticas portuguesa e brasileira mantêm-se inalterados. Os restantes PALOP seguem a norma linguística portuguesa.
Se nos PALOP se escreve e fala como em Portugal, por que foi necessário celebrar um acordo ortográfico com eles?Portugal não é dono da língua portuguesa. Para além disso, as nossas antigas colónias são hoje países independentes, aos quais não podemos impor modos de falar ou de escrever. Daí a necessidade de acordo.
Este acordo ortográfico significa que vamos passar a escrever como no Brasil?Não. No entanto, muitas das simplificações ortográficas que adotámos com esta revisão, há muito que vigoram no Brasil e talvez esteja aí a raiz desta polémica.Para lá de uma ortografia comum, ambos os países manterão diferentes as suas normas linguísticas, bem como as suas tradições ortográficas.
De facto, para além das medidas uniformizadoras, este Acordo legitima formas diferentes para cada uma das normas - Português Europeu e Português do Brasil -, isto é, mantem-se grafias diferentes para cada norma, por exemplo: António/Antônio, bebé/bebê,...
Nos próximos postes veremos as mudanças com mais pormenor.
Nos próximos postes veremos as mudanças com mais pormenor.
Com este Acordo continua, assim, assegurada a diversidade e a riqueza da Língua Portuguesa, como a cantam as Vozes da Rádio neste Samba do Acordo Ortográfico .
Elsa Duarte e Maria José Ivo - Professoras de Português do 10º Ano
Nota: O presente texto está escrito de acordo com as novas regras ortográficas.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Concurso na BE
Para ampliar clica na imagem
Ora este concurso vem mesmo a calhar, não é alunos?
Dado que ainda há pouco tempo escreveram Textos de Apreciação Crítica sobre livros ou filmes, basta reformularem e aprimorarem os vossos trabalhos e toca a concorrer.
Vamos lá então pôr as mãos à escrita!
Notas:
Aproveitam a embalagem e publicam os vossos textos aqui no nosso Blogue.
Consultem o regulamento do concurso na BE.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
(N)O caminho do Acordo Ortográfico - Etapa II
Já houve outros acordos ortográficos no passado? Então, por que continua diferente a forma de escrever no Brasil?
Sim, já houve acordos.
Portugal e Brasil sempre se procuraram entender em matéria de ortografia, sobretudo em publicações oficiais e no ensino. Essas tentativas ocorreram em 1915, 1931, e 1943.
No entanto, o dinamismo linguístico brasileiro e o afastamento geográfico entre os dois países foram enraizando no país irmão formas de escrever que se aproximavam do modo como lá se falava, o que tornava incumprível qualquer acordo que se fizesse com Portugal.
Por outro lado, houve algumas decisões unilaterais, tanto por parte de Portugal como por parte do Brasil, que acabaram por alimentar as diferenças ortográficas que hoje se atenuam com este acordo.
A forma diferente de escrever faz-se sentir sobretudo a nível sintático, embora também existam diferenças ao nível lexical e semântico, e resulta essencialmente do facto de o Brasil se reger por uma norma linguística diferente da portuguesa.
O que este acordo procura fazer é justamente procurar aproximações entre as duas normas através do uso de uma ortografia comum.
No entanto, o dinamismo linguístico brasileiro e o afastamento geográfico entre os dois países foram enraizando no país irmão formas de escrever que se aproximavam do modo como lá se falava, o que tornava incumprível qualquer acordo que se fizesse com Portugal.
Por outro lado, houve algumas decisões unilaterais, tanto por parte de Portugal como por parte do Brasil, que acabaram por alimentar as diferenças ortográficas que hoje se atenuam com este acordo.
A forma diferente de escrever faz-se sentir sobretudo a nível sintático, embora também existam diferenças ao nível lexical e semântico, e resulta essencialmente do facto de o Brasil se reger por uma norma linguística diferente da portuguesa.
O que este acordo procura fazer é justamente procurar aproximações entre as duas normas através do uso de uma ortografia comum.
Independentemente dos acordos e desacordos entre Portugal e Brasil, a ortografia da nossa língua foi-se alterando ao longo dos séculos, sempre na tentativa de verter na escrita, o mais fielmente possível, o que se pronuncia na fala.
Ora observemos!
Mudanças Ortográficas da Língua Portuguesa
através dos tempos
Open publication - Free publishing
Elsa Duarte e Maria José Ivo - Professoras de Português do 10º Ano
Nota: O presente texto está escrito de acordo com as novas regras ortográficas.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Oficina de Escrita
Texto de Apreciação Crítica
Imagem daqui
Quando a biografia de John Grogan me foi recomendada não tinha grandes expectativas acerca da mesma. Confesso que para mim “Marley & Eu” era apenas mais uma história, de mais um animal. No entanto, sou levada a admitir que este foi dos melhores livros que já li.
Trata-se da história da vida de John Grogan, conhecido colunista, com Marley, o seu labrador retriever. São as aventuras e emoções que este animal concede à sua família que “prendem “ os leitores. Marley roía tudo o que aparecesse à frente, roubava roupa, destruía paredes e tinha o dom de levar os donos à loucura. Mas nem com este comportamento ele deixa de ser amado por todos. Morre com 14 anos deixando a família desolada mas também uma lembrança eterna no coração dos seus donos.
O que o torna um bom livro é o facto de o autor retratar todo o amor, toda a lealdade, carinho e toda a alegria da sua vida com o cão.É o facto de nos mostrar que, muitas vezes, é um simples ser de quatro patas, e que se baba para cima das pessoas, que nos mostra que são as coisas mais simples e os pequenos acontecimentos diários que tornam a vida espectacular. O que o torna um bom livro, capaz de amolecer até quem não gosta de animais é, ao fim ao cabo, o autor falar das suas vivências com o seu fiel amigo. Sem tirar sem pôr: é mostrar que o amor de um cão pode fazer de nós pessoas melhores, pessoas mais felizes.
O que o torna um bom livro é o facto de o autor retratar todo o amor, toda a lealdade, carinho e toda a alegria da sua vida com o cão.É o facto de nos mostrar que, muitas vezes, é um simples ser de quatro patas, e que se baba para cima das pessoas, que nos mostra que são as coisas mais simples e os pequenos acontecimentos diários que tornam a vida espectacular. O que o torna um bom livro, capaz de amolecer até quem não gosta de animais é, ao fim ao cabo, o autor falar das suas vivências com o seu fiel amigo. Sem tirar sem pôr: é mostrar que o amor de um cão pode fazer de nós pessoas melhores, pessoas mais felizes.
Como diria Grogan “um cão não se interessa em saber se somos ricos ou pobres, educados ou iletrados, burros ou inteligentes. Dêem-lhe o vosso coração que ele dar-vos-á o seu”. E é bem verdade!
Márcia Poeta, nº 17, 10º C
sábado, 12 de fevereiro de 2011
(N)O caminho do Acordo Ortográfico - Etapa I
O que é isso do Acordo Ortográfico?
Porquê um Acordo Ortográfico?
Qual a razão que nos levou a estabelecer um acordo de revisão ortográfica com o Brasil? Afinal, não falamos todos Português?
Não houve apenas uma razão, mas várias. Uma delas foi, sem dúvida, evitar que a língua se começasse a escrever de modo diferente nos diversos países de expressão portuguesa e outra, intrinsecamente ligada à anterior, prende-se com a intenção de criar um vasto espaço de língua portuguesa, relevante em termos económicos, que permita a circulação de publicações escritas numa ortografia comum.
Para lá destas razões, há também outras de natureza cultural e de afirmação política que interessam a todos os envolvidos, visto que o acordo não é apenas celebrado com o Brasil, mas com todos os outros países de língua oficial portuguesa.
Não houve apenas uma razão, mas várias. Uma delas foi, sem dúvida, evitar que a língua se começasse a escrever de modo diferente nos diversos países de expressão portuguesa e outra, intrinsecamente ligada à anterior, prende-se com a intenção de criar um vasto espaço de língua portuguesa, relevante em termos económicos, que permita a circulação de publicações escritas numa ortografia comum.
Para lá destas razões, há também outras de natureza cultural e de afirmação política que interessam a todos os envolvidos, visto que o acordo não é apenas celebrado com o Brasil, mas com todos os outros países de língua oficial portuguesa.
Há quem diga que não era necessário acordo ortográfico nenhum: bastava que em Portugal se fizessem as alterações ortográficas sem envolver os outros países.
Afinal, não há nenhum acordo ortográfico entre os países que falam Inglês e todos se entendem. Será assim?
Nada nos obrigava, de facto, a estabelecermos um acordo ortográfico com os PALOP e o Brasil.
No entanto, na sua base está o argumento de que se o não fizéssemos deixaríamos campo aberto à influência brasileira sobre os restantes países de língua portuguesa, o que acabaria por se refletir na própria projeção internacional da língua – muito mais vista como a língua do Brasil que a de Portugal.
Por outro lado, este acordo retarda a fragmentação ortográfica que poderia rapidamente resultar em tantas línguas portuguesas quantos os países que a falassem reduzindo o Português que aqui falamos a uma espécie de dialeto – um pouco o que passa com a atual língua galega.
Este acordo também convém ao Brasil, a quem não interessa, tanto em termos políticos como culturais, que a língua que fala se transforme em “brasileiro”, afastando-o da esfera de uma comunidade linguística espalhada por todos os continentes.
O caso do Inglês é diferente. Em primeiro lugar, porque é impossível unificar uma ortografia em dezenas de países que a têm como língua oficial; e em segundo, porque a sua internacionalização funciona justamente como elemento unificador. Todos reconhecemos alguém que fale Inglês, mesmo que o faça com pronúncia do Zimbabué, da Papua Nova Guiné, do Canadá ou da Nova Zelândia.
Afinal, não há nenhum acordo ortográfico entre os países que falam Inglês e todos se entendem. Será assim?
Nada nos obrigava, de facto, a estabelecermos um acordo ortográfico com os PALOP e o Brasil.
No entanto, na sua base está o argumento de que se o não fizéssemos deixaríamos campo aberto à influência brasileira sobre os restantes países de língua portuguesa, o que acabaria por se refletir na própria projeção internacional da língua – muito mais vista como a língua do Brasil que a de Portugal.
Por outro lado, este acordo retarda a fragmentação ortográfica que poderia rapidamente resultar em tantas línguas portuguesas quantos os países que a falassem reduzindo o Português que aqui falamos a uma espécie de dialeto – um pouco o que passa com a atual língua galega.
Este acordo também convém ao Brasil, a quem não interessa, tanto em termos políticos como culturais, que a língua que fala se transforme em “brasileiro”, afastando-o da esfera de uma comunidade linguística espalhada por todos os continentes.
O caso do Inglês é diferente. Em primeiro lugar, porque é impossível unificar uma ortografia em dezenas de países que a têm como língua oficial; e em segundo, porque a sua internacionalização funciona justamente como elemento unificador. Todos reconhecemos alguém que fale Inglês, mesmo que o faça com pronúncia do Zimbabué, da Papua Nova Guiné, do Canadá ou da Nova Zelândia.
Elsa Duarte e Maria José Ivo - Professoras de Português do 10º Ano
Nota: O presente texto está escrito de acordo com as novas regras ortográficas.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
À descoberta da Biblioteca Escolar
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No início do ano lectivo, as turmas B e C do 10º Ano realizaram uma visita guiada à Biblioteca Escolar (BE).
A iniciativa conjunta da disciplina de Português e da Coordenadora da BE teve como objectivos dar a conhecer o espaço e testar a capacidade dos alunos na procura dos recursos existentes na Biblioteca.
Antes da visita, na sala de aula, os alunos ouviram uma breve explicação da professora de Português, Elsa Duarte, sobre algumas regras da BE, que os alunos desconheciam – deixar as mochilas à entrada, ou pedir uma chave para guardá-las num cacifo – e receberam instruções para a realização do Bibliopaper. “ É importantíssimo para os alunos conhecerem a biblioteca, o seu horário e modo de funcionamento, uma vez que muitos são novos na escola e vão precisar da biblioteca ao longo do seu percurso escolar” afirmou a professora Elsa Duarte.
Ao chegar à BE as turmas foram recebidas pela sua coordenadora, Drª Isabel Lino, que explicou minuciosamente o funcionamento da biblioteca e o modo como se pode usufruir dela.
Os livros estão organizados de acordo com a Classificação Decimal Universal, pelo que cada disciplina corresponde a um número: o 0 corresponde à Generalidade; o 1 à Filosofia; o 3 às Ciências Sociais; o 4 não existe para a eventualidade de se poder “encaixar” uma nova disciplina; o 5 corresponde à Matemática e às Ciências Naturais; o 6 às Ciências Aplicadas; o 7 às Artes e Desporto; o 8 à Língua, à Linguística e à Literatura; e, por fim, o 9 à História, à Geografia e às Monografias. Esta classificação ajuda a encontrar melhor a obra que se pretende.
Na BE encontram-se livros com etiqueta vermelha, que não se podem levar para casa, por serem livros raros ou com um só um exemplar, e outros com etiqueta amarela, que podem ser requisitados pelo prazo de cinco dias úteis. Oferece também uma grande variedade de obras, desde autobiografias, romance, comédia, aventura, livros técnicos, publicações periódicas, etc.
Para além das obras em papel, a Biblioteca dispõe ainda de meios audiovisuais e computadores com acesso à internet, onde os alunos podem estudar, fazer pesquisas ou simplesmente passar momentos de lazer jogando, lendo revistas e jornais. Os DVDs, cassetes e CDs podem também ser requisitados durante três dias úteis.
Por fim, os alunos realizaram um Bibliopaper, elaborado pela professora de Português. Os grupos, previamente organizados na sala de aula, receberam o questionário, que consistia na descodificação de enigmas e na execução de tarefas, tendo em vista o conhecimento de temáticas variadas: conteúdos disciplinares, cultura geral, funcionamento e valências da BE, …
A actividade decorreu em clima de entusiasmo e entreajuda, causando a menor perturbação possível. Pode-se afirmar que a visita foi um sucesso!
Texto-Colagem elaborado com base nas notícias previamente redigidas pelos seguintes alunos: Ana Fonseca, Ângela Fonseca, Daniela Canário e Inês Varanda do 10º C e Adriana Estrela, Adriana Prata, Carina Tavares, Inês Duarte, Leonardo Viegas, Mariana Rebelo, Marina Paraíso, Micael Santos, Miguel Vaz, Miguel Ferreira, Pedro Abrantes e Susana Carvalho do 10º B
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