domingo, 4 de março de 2012

Vai um Egafilmes?

Os Egafilmes, ou publifilmes sobre Os Maias, são clips de vídeo criados por alunos do 11º ano, como vós, publicados num blogue de disciplina, melhor que o nosso, que pretendem conhecer e dar a conhecer o romance de Eça de Queirós.
Cliquem no link e ... espreitem!


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Grandes Livros - Episódio 1: "Os Maias", Eça de Queirós (Parte 2/5)

«A obra de Eça de Queirós não envelheceu, podia ter sido escrita esta manhã.»

Continuamos com a publicação dos vídeos do episódio sobre Eça de Queirós e Os Maias, da série Grandes Livros, que passou na RTP2.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Divirtam-se, ó mefistófoles!


Imagem da net

Mefistófeles é uma personagem satânica da Idade Média, conhecida como uma das encarnações do mal, aliado de Lúcifer e Lucius na captura de almas inocentes através da sedução e encanto através de roubos de corpos humanos atraentes. Mas é um dos demónios mais cruéis e em muitas culturas também se toma como sinónimo do próprio Diabo.

Durante o Renascimento, era conhecido pelo nome de Mefostófiles, forma da qual deriva uma das suas possíveis etimologias, segundo a qual o nome procede da combinação da partícula negativa grega μὴ, φῶς (luz) com φιλής (o que ama), ou seja, "o que não ama a luz". No entanto, o significado da palavra não foi estabelecido por completo. Butler menciona que o nome sugere diferentes conjecturas nos idiomas grego, persa e hebreu. Entre os nomes sugeridos estão Mefotofiles (inimigo da luz), Mefaustofiles (inimigo de Fausto) ou Mefiz-Tofel (destrutor-mentiroso).[1]
  
Na literatura
Mefistófeles é um personagem-chave em todas as versões de Fausto, sendo a mais popular destas, a do escritor alemão Johann Wolfgang von Goethe. Mefistófeles aparece ao Dr. Fausto, um velho cientista, cansado da vida e frustrado por não possuir os conhecimentos tão vastos como gostaria de ter, e este decide entregar-lhe a sua alma em troca de alcançar o grau máximo da sabedoria, ser rejuvenescido e obter o amor de uma bela donzela.
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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Adeus Sintra

Foi um dia quase perfeito!
Adaptação teatral de Os Maias, no Centro Cultural Olga Cadaval, excelente.
Almoço, na Escola de Santa Maria, melhor do que muitos esperavam.
Palácio da Pena e Quinta da Regaleira, o regalo de sempre.
Ah! E não nos esqueceram as queijadas!

Como a perfeição não passa de um mito, direi que foi um dia inesquecível, na companhia de gente sorridente e carinhosa, às portas do Paraíso.

Só nos resta descansar a cabeça, finalmente tranquila,  num travesseiro.

Foto da net

A organização agradece aos alunos exemplares e responsáveis o gosto desta Visita de Estudo.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Grandes Livros - Episódio 1: "Os Maias", Eça de Queirós (Parte 1/5)

Inicia-se, hoje,  uma nova série de publicações mais específicas sobre a obra que vamos estudar. Espera-se que elas vos ajudem a compreendê-la e a "gostá-la".

E começamos com um desafio: quem terá escrito as palavras que se seguem acerca de «Os Maias»? Quem?

 «Os Maias saíram uma coisa extensa e sobrecarregada, em dois grossos volumes! Mas há episódios bastante toleráveis. Folheia-os, porque os dois tomos são volumosos de mais para ler. Recomendo-te as cem primeiras páginas: certa ida a Sintra, as corridas; o desafio; a cena no jornal 'A Tarde'; e, sobretudo, o sarau literário. Basta ler isso, e já não é pouco. Indico-te para não andares a procurar através daquele imenso maço de prosa.»

(Palavras de Eça de Queirós a Oliveira Martins in Correspondência, 1º volume, p. 480)