terça-feira, 22 de maio de 2012

Cesário Verde: poeta dos 5 sentidos

Para vos poupar a «trabalheira da procura», trouxe para aqui os quatro pequenos vídeos sobre a importância dos sentidos, das perceções sensoriais, na poesia de Cesário. 
Saciem-se de luz e cor, cheiros, sons, paladares...

domingo, 20 de maio de 2012

Cesário Verde: o poeta-pintor



“ Pinto quadros por letras, por sinais,

Tão luminosas como as do Levante”

O vídeo de hoje é a continuação do que foi publicado na última postagem, com mais informações sobre a vida e a obra de Cesário. 
É muitíssimo interessante, sobretudo pelas imagens de Lisboa e da vida antigas, nas quais podemos ver refletidas as palavras do poeta, ou vice-versa...

 Clica neste link para abrir o vídeo no Youtube, onde foi publicado por Choralnet.


quinta-feira, 17 de maio de 2012

Cesário Verde: vida e obra

É escassa a produção videográfica no Youtube sobre o poeta que começámos a estudar.
Tirando os vídeos com a declamação ou a recriação de alguns poemas - os últimos feitos por alunos - e uma série de quatro vídeos sobre a importância dos sentidos na obra de Cesário - interessante, mas talvez excessivamente técnica - sobre a vida do poeta só encontrei um que, ainda assim, inclui uma longa exposição-apreciação sobre a obra, apresentando aspetos da biografia só no final.

Fiz-lhe um corte com o Movie-Maker e, voilá, o que verdadeiramente vos pode interessar.


O original, que se encontra aqui,  inclui toda a intervenção do Professor Dionísio Vila Maior e foi publicado por Choralnet, utilizador do Youtube, a quem agradeço a partilha.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

O dia da mãe é como o Natal!

Bem sei que a efeméride foi no último domingo. Só que, nesse dia, ainda não tinha feito esta descoberta.
Fui ao "Tubes" em busca do Cesário e dei com esta preciosa série de «Um Poema por Semana» da RTP 2.
Ora como a instituição das datas disto e daquilo pouco mais é que simbólica, façam de cada dia o dia da vossa mãe. Certamente ela merece. 

E mostrem-lhe o vosso afeto também com poesia. Por exemplo, com esta do poeta-professor António Gedeão.
 .

sexta-feira, 27 de abril de 2012

As corridas de cavalos

Hoje vamos ao cinema!
My fair Lady, diz-vos alguma coisa? 
É um filme de 1964 da autoria de George Cukor, baseado na peça teatral Pigmalião de George Bernard Shaw, e protagonizado pela inesquecível Audrey Hepburn, no papel de Eliza Doolittle.
Sinopse
A ação de My Fair Lady desenrola-se em Londres, no início do séc. XX, e conta a história de Eliza Doolittle (Audrey Hepburn), uma mendiga que vende flores pelas ruas escuras da cidade.
Numa noite, Eliza conhece um culto, solteirão e misantropo professor de fonética, Henry Higgins (Rex Harrison). Este, quando ouve o horrível sotaque de Eliza, aposta com o amigo, Hugh Pickering, que é capaz de transformar a simples vendedora de flores numa dama da alta sociedade, num espaço de seis meses.
O filme relata, de forma humorada, as sucessivas tentativas de Higgins em ensinar a Eliza regras de etiqueta, gramática e dicção e o choque de personalidade entre eles, até ao ponto em que se apaixonam.
fonte: Infopédia

Para além do visionamento do vídeo, proponho-te um desafio: encontra as semelhanças e os contrastes entre as corridas de cavalos no Hipódromo de Belém, narradas no capítulo x d´Os Maias, e estas de Ascot, magnífica e caricaturalmente retratadas no filme.


Já que a cena não é legendada, deixo também a Ascot Gavotte Lyrics, que fui buscar aqui, dedicada aos "amantes" de inglês.

Every duke and earl and peer is here
Everyone who should be here is here
What a smashing, positively dashing spectacle
The ascot opening day

At the gate are all the horses

Waiting for the cue to fly away
What a gripping, absolutely ripping
Moment at the ascot opening day

Pulses rushing, faces flushing

Heartbeats speed up, I have never been so keyed up
And second now they'll begin to run,
Hark a bell is ringing, they are springing forward look, it has begun

What a frenzied moment that was

Didn't they maintain an exhausting pace?
'Twas a thrilling, absolutely chilling
 

Running of the ascot opening race 

quarta-feira, 18 de abril de 2012

O Grande Antero

Comemora-se hoje o  170º (centésimo septuagésimo) aniversário do nascimento de Antero Tarquínio de Quental.

O google português assinala a efeméride assim:


Contemporâneo de Eça, Quental foi o espírito brilhante e indomável que liderou a promissora geração 70, impulsionando e dando corpo a múltiplas realizações como a fundação do Cenáculo, do Jornal A República, das Conferências do Casino...

No programa destas últimas, para além da oração inaugural, proferiu a célebre Conferência sobre «A causa da decadência dos povos peninsulares nos três últimos séculos» (texto argumentativo).

Exímio sonetista, Antero foi o poeta da contradição sofrida entre o sonho e a razão, considerando a poesia como "Voz da Revolução", como forma de alertar as consciências para as desigualdades sociais e para os problemas da humanidade.

Deixo-vos com um dos seus sonetos meus preferidos:

A um poeta
Surge et ambula!*
 
Tu que dormes, espírito sereno,
Posto à sombra dos cedros seculares,
Como um levita à sombra dos altares,
Longe da luta e do fragor terreno.

Acorda! É tempo! O sol, já alto e pleno
Afugentou as larvas tumulares...
Para surgir do seio desses mares
Um mundo novo espera só um aceno...

Escuta! É a grande voz das multidões!
São teus irmãos, que se erguem! São canções...
Mas de guerra... e são vozes de rebate!

Ergue-te, pois, soldado do Futuro,
E dos raios de luz do sonho puro,
Sonhador, faze espada de combate!
Antero de Quental

* «Ergue-te e caminha», palavras de S. Pedro dirigidas a um paralítico, em nome de Jesus Cristo (Actos dos Apóstolos, 3, 6).



quinta-feira, 12 de abril de 2012

Eis o último episódio da série que temos vindo a divulgar.
O balanço de uma existência com tantos projetos de ação, que tanto prometia e, afinal, se dissipou no ócio, no diletantismo, em atitudes românticas em que o sentimento se sobrepunha à razão.
Carlos e Ega, dois vencidos da vida, falam do seu desencanto enquanto correm atrás da lanterna do americano. Uma vaga luz na escuridão da vida, de um país.


Mas afinal qual é o mérito de Eça de Queirós?
Que é isso da modernidade de Os Maias?

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Grandes Livros - Episódio 1: "Os Maias", Eça de Queirós (Parte 4/5)

"Vá lá tão", vamos ao penúltimo capítulo... para fruir nestes últimos dias de pausa.
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domingo, 4 de março de 2012

Vai um Egafilmes?

Os Egafilmes, ou publifilmes sobre Os Maias, são clips de vídeo criados por alunos do 11º ano, como vós, publicados num blogue de disciplina, melhor que o nosso, que pretendem conhecer e dar a conhecer o romance de Eça de Queirós.
Cliquem no link e ... espreitem!