terça-feira, 26 de junho de 2012

terça-feira, 5 de junho de 2012

Bailado acrobático


Ouvi dizer (cof, cof!) que os alunos da turma B andaram a fazer acrobacias. Até (ou)vi algumas.
Deixo-vos, então, um bailado acrobático, gravado no Lido, em Paris, para vos inspirar nas próximas performances.


terça-feira, 22 de maio de 2012

Cesário Verde: poeta dos 5 sentidos

Para vos poupar a «trabalheira da procura», trouxe para aqui os quatro pequenos vídeos sobre a importância dos sentidos, das perceções sensoriais, na poesia de Cesário. 
Saciem-se de luz e cor, cheiros, sons, paladares...

domingo, 20 de maio de 2012

Cesário Verde: o poeta-pintor



“ Pinto quadros por letras, por sinais,

Tão luminosas como as do Levante”

O vídeo de hoje é a continuação do que foi publicado na última postagem, com mais informações sobre a vida e a obra de Cesário. 
É muitíssimo interessante, sobretudo pelas imagens de Lisboa e da vida antigas, nas quais podemos ver refletidas as palavras do poeta, ou vice-versa...

 Clica neste link para abrir o vídeo no Youtube, onde foi publicado por Choralnet.


quinta-feira, 17 de maio de 2012

Cesário Verde: vida e obra

É escassa a produção videográfica no Youtube sobre o poeta que começámos a estudar.
Tirando os vídeos com a declamação ou a recriação de alguns poemas - os últimos feitos por alunos - e uma série de quatro vídeos sobre a importância dos sentidos na obra de Cesário - interessante, mas talvez excessivamente técnica - sobre a vida do poeta só encontrei um que, ainda assim, inclui uma longa exposição-apreciação sobre a obra, apresentando aspetos da biografia só no final.

Fiz-lhe um corte com o Movie-Maker e, voilá, o que verdadeiramente vos pode interessar.


O original, que se encontra aqui,  inclui toda a intervenção do Professor Dionísio Vila Maior e foi publicado por Choralnet, utilizador do Youtube, a quem agradeço a partilha.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

O dia da mãe é como o Natal!

Bem sei que a efeméride foi no último domingo. Só que, nesse dia, ainda não tinha feito esta descoberta.
Fui ao "Tubes" em busca do Cesário e dei com esta preciosa série de «Um Poema por Semana» da RTP 2.
Ora como a instituição das datas disto e daquilo pouco mais é que simbólica, façam de cada dia o dia da vossa mãe. Certamente ela merece. 

E mostrem-lhe o vosso afeto também com poesia. Por exemplo, com esta do poeta-professor António Gedeão.
 .

sexta-feira, 27 de abril de 2012

As corridas de cavalos

Hoje vamos ao cinema!
My fair Lady, diz-vos alguma coisa? 
É um filme de 1964 da autoria de George Cukor, baseado na peça teatral Pigmalião de George Bernard Shaw, e protagonizado pela inesquecível Audrey Hepburn, no papel de Eliza Doolittle.
Sinopse
A ação de My Fair Lady desenrola-se em Londres, no início do séc. XX, e conta a história de Eliza Doolittle (Audrey Hepburn), uma mendiga que vende flores pelas ruas escuras da cidade.
Numa noite, Eliza conhece um culto, solteirão e misantropo professor de fonética, Henry Higgins (Rex Harrison). Este, quando ouve o horrível sotaque de Eliza, aposta com o amigo, Hugh Pickering, que é capaz de transformar a simples vendedora de flores numa dama da alta sociedade, num espaço de seis meses.
O filme relata, de forma humorada, as sucessivas tentativas de Higgins em ensinar a Eliza regras de etiqueta, gramática e dicção e o choque de personalidade entre eles, até ao ponto em que se apaixonam.
fonte: Infopédia

Para além do visionamento do vídeo, proponho-te um desafio: encontra as semelhanças e os contrastes entre as corridas de cavalos no Hipódromo de Belém, narradas no capítulo x d´Os Maias, e estas de Ascot, magnífica e caricaturalmente retratadas no filme.


Já que a cena não é legendada, deixo também a Ascot Gavotte Lyrics, que fui buscar aqui, dedicada aos "amantes" de inglês.

Every duke and earl and peer is here
Everyone who should be here is here
What a smashing, positively dashing spectacle
The ascot opening day

At the gate are all the horses

Waiting for the cue to fly away
What a gripping, absolutely ripping
Moment at the ascot opening day

Pulses rushing, faces flushing

Heartbeats speed up, I have never been so keyed up
And second now they'll begin to run,
Hark a bell is ringing, they are springing forward look, it has begun

What a frenzied moment that was

Didn't they maintain an exhausting pace?
'Twas a thrilling, absolutely chilling
 

Running of the ascot opening race 

quarta-feira, 18 de abril de 2012

O Grande Antero

Comemora-se hoje o  170º (centésimo septuagésimo) aniversário do nascimento de Antero Tarquínio de Quental.

O google português assinala a efeméride assim:


Contemporâneo de Eça, Quental foi o espírito brilhante e indomável que liderou a promissora geração 70, impulsionando e dando corpo a múltiplas realizações como a fundação do Cenáculo, do Jornal A República, das Conferências do Casino...

No programa destas últimas, para além da oração inaugural, proferiu a célebre Conferência sobre «A causa da decadência dos povos peninsulares nos três últimos séculos» (texto argumentativo).

Exímio sonetista, Antero foi o poeta da contradição sofrida entre o sonho e a razão, considerando a poesia como "Voz da Revolução", como forma de alertar as consciências para as desigualdades sociais e para os problemas da humanidade.

Deixo-vos com um dos seus sonetos meus preferidos:

A um poeta
Surge et ambula!*
 
Tu que dormes, espírito sereno,
Posto à sombra dos cedros seculares,
Como um levita à sombra dos altares,
Longe da luta e do fragor terreno.

Acorda! É tempo! O sol, já alto e pleno
Afugentou as larvas tumulares...
Para surgir do seio desses mares
Um mundo novo espera só um aceno...

Escuta! É a grande voz das multidões!
São teus irmãos, que se erguem! São canções...
Mas de guerra... e são vozes de rebate!

Ergue-te, pois, soldado do Futuro,
E dos raios de luz do sonho puro,
Sonhador, faze espada de combate!
Antero de Quental

* «Ergue-te e caminha», palavras de S. Pedro dirigidas a um paralítico, em nome de Jesus Cristo (Actos dos Apóstolos, 3, 6).



quinta-feira, 12 de abril de 2012

Eis o último episódio da série que temos vindo a divulgar.
O balanço de uma existência com tantos projetos de ação, que tanto prometia e, afinal, se dissipou no ócio, no diletantismo, em atitudes românticas em que o sentimento se sobrepunha à razão.
Carlos e Ega, dois vencidos da vida, falam do seu desencanto enquanto correm atrás da lanterna do americano. Uma vaga luz na escuridão da vida, de um país.


Mas afinal qual é o mérito de Eça de Queirós?
Que é isso da modernidade de Os Maias?